Mais atual impossível

AtualDia 17 completa 1 século da frase que eternizou Rui Barbosa: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e ter vergonha de ser honesto.

Apesar de quase um século de existência, se disséssemos que essa frase foi escrita a poucos dias ninguém duvidaria disso. Infelizmente em nossos dias a honestidade deixou de ser obrigação e virou virtude, aqui a mentira, a desonestidade, levar vantagens é enaltecido, afinal de contas como dizem alguém: “Não tem mais jeito”.

O que é um pouco de “esmola governamental” perto dos bilhões que eles roubam, como já disse um certo político: “Rouba mas faz”.

É triste ver o caminho que essa sociedade tem tomado, pior ainda e ver a falta de engajamento e determinação dos jovens na tentativa de com os recursos a nossa disposição tentar mudar essa situação, mudar a forma de pensar e fazer a diferença com Rui Barbosa fez em seu tempo.

Pense nisso

Alex Domingos

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ITIL na versão 6 excluirá em definitivo a função Service Desk

Projeções mirabolantes (ou nem tanto)

itil-v6Antes de tudo, não tenha um chilique.

O pessoal que mantém a biblioteca ITIL não disse, nem escreveu nada associado ao título desse artigo. Mas nada custa analisarmos o andar da carruagem e para onde elas – a realidade, a carruagem, a biblioteca – estão indo.

A unidade funcional (e sabe-se lá que cargas seria “unidade funcional” no livro da ITIL, mas não importa muito agora, pois nos fará perder tempo na especificação dos conceitos e você tem mais o que fazer) Service Desk é quem atende requisições e incidentes.

Good.

Estamos assistindo à redescoberta do fogo. Inúmeros colegas fazem palestras em congressos explicando que o importante é automatizar ao máximo as atividades internas. Bom, isso não é novidade, Taylor já tentava fazer isso no início do século passado, de tal maneira que estamos dando roupas novas a uma ideia que completa aniversário de mais de centena.

A maioria das requisições acabará mesmo sendo automatizadas, ainda mais se a cultura organizacional colaborar ou os clientes externos entenderem que isso pode agilizar o serviço (do pessoal do Service Desk, no final das contas resulta_ria nalguma melhoria para o cliente. Ao menos, é o esperado).

OK, restaram-nos os incidentes.

level-oneO que acontece hoje como uma tendência organizacional típica para quem está razoavelmente organizado e mantém uma base de conhecimento: o Nível 1 de atendimento trabalha somente com incidentes cujas soluções estejam documentadas. Na sua ausência, seus técnicos empurram o incidente para o próximo nível de atendimento e continuam a resolver aqueles com solução registrada.

A produtividade, é óbvio, aumenta. Ao menos do Nível 1, hehehe.

Claro, muita gente da área de gestão deseja mesmo é acabar com o Nível 1.

Em especial por causa da sua própria incompetência em lidar com a rotatividade no setor (paga pouco por que “o Nível 1 não faz muita coisa mesmo”, daí não investe em treinamento para ele por que esse vai embora, o sujeito do Nível 1 olha esse desinvestimento e percebe nenhum futuro e cai fora, e daí voltamos ao passo inicial logo no início do parêntese numa legítima profecia autorrealizadora).

E aqui quero aproveitar para abrir os braços e trazer conceitos filosóficos para nosso debate.

Dedução

Existem coisas que as máquinas vão nos substituir. Cedo ou tarde. Provavelmente mais cedo do que eu e você imaginamos. Se pro nosso bem ou não, eu deixo para a turma dos filmes de ficção científica ajudar-nos.

Dedução é um processo de raciocínio através do qual é possível, partindo de uma ou mais premissas aceitas como verdadeiras, a obtenção de uma conclusão necessária e evidente (ao menos é o que o dicionário Houaiss explica).

Veja um exemplo banal de dedução quando eu faço a pergunta:

Um exemplo de carro é…

Você pode responder Fiat, Cruze, Chevrolet, Mercedes-Benz, BMW, etc. Mas existe um aspecto comum às suas respostas: um conjunto finito de respostas.

Ou seja, dedução usa algoritmos e modelos pré-definidos.

deduction-2

Indução

Aí a coisa muda de figura.

Vamos ao Houaiss pra não ficarmos perambulando pela internet atrás de outros enunciados: raciocínio que parte de dados particulares (fatos, experiências, enunciados empíricos) e, por meio de uma sequência de operações cognitivas, chega a leis ou conceitos mais gerais, indo dos efeitos à causa, das consequências o princípio, da experiência à teoria.

Dada a frase (calma, já vamos chegar à exterminação do Service Desk e por que é bom você ir pensando num novo emprego) O carro é um exemplo de…

Uau, você poderia elencar várias respostas que não são pré-definidas:

  • transporte público
  • uma forma de se movimentar
  • um grande problema no futuro
  • da genialidade do ser humano
  • algo que gosto de dirigir
  • uma palavra com seis letras

Captaram? A indução cria modelos a partir da realidade, ela usa a heurística (capacidade de inventar, etc.) em vez de um algoritmo definido.

(Pra quem gosta de estudar, recomendo os cursos da coursera.org que são de graça, EAD com vídeos aulas de altíssima qualidade e legendas.

Em especial esse daqui – What managers can learn from great philosophers).

Diabos, Cohen, e o fim do Service Desk?

Hey, take easy. Essa Geração Y é realmente muito apressada…

bpmA maioria das requisições está sendo encaminhada, na medida do possível e da capacidade da TI, para sistemas automatizados. O próprio sistema já faz o gerente do usuário autorizar ou não o pedido, desviando da antiga intervenção do Service Desk nesse processo. Tudo chega pronto e não transita mais por essa área, segue direto para os responsáveis pela mudança (desenvolvimento, infraestrutura, banco de dados, etc.).

robotO Service Desk hoje (pelo menos o grupo do Nível 1) está sendo orientado a lidar apenas com incidentes que estejam com sua solução anotada na base de conhecimento. Já escrevi isso acima, não vou repetir.

Ora, que diferença faz alguém lidar com isso ou algo (máquina) fazer isso? Nenhuma. Adota-se apenas um algoritmo. Uma sequência de regras e questionamentos a serem realizados até “matar” o incidente.

E se o  Nível 1 não conseguir resolver? É incidente novo sem solução? GOTO Nível 2.

O Nível 2 – muitas vezes – faz o papel de integrantes do Gerenciamento de Problemas. Esses NÃO desaparecerão. Por que é deles a tarefa de induzir os motivos que estejam proporcionando o problema até que, finalmente, o mesmo se transforme num erro conhecido (com solução definitiva ou de contorno).

Olhe para frente

1) Já escrevi da capacidade dos softwares atuais em entenderem a voz humana, reconhecerem nossos comandos e usarem inteligência artificial. Quem tem um Android ou iPhone sabe disso. Uma melhoria aqui, outra ali e estamos num segundo estágio, em num novo patamar de atendimento.

her2) Dica da minha filha: o filme Her (Ela).

Ela gostou bastante, eu achei monótono. Mas nele o Joaquin Phoenix (memorável no papel de Commodus no filme Gladiador) instala um sistema operacional no seu computador, vai configurando (voz feminina, permissão para acessar suas fotos e emails) e, voilà, acaba se apaixonando por ela/ele, sei lá…

Por tudo isso, eu acho que o Service Desk vai para o saco. Ou ganhará botas de cimento e será jogado no rio. Salvo em estruturas mais antigas ou atrasadas.

Yeah, yeah, sei bem que meu guru Ricardo Mansur (o papa da governança de ti no Brasil, em minha pouco humilde opinião) pensa diferente. Mas não é por que ele granjeia de minha admiração que eu não possa pensar de maneira levemente diferente, heheh.

Abraços a todos e nos vemos em 06 de junho, quando volto da América do Norte.

EL Cohen

Fonte: http://www.4hd.com.br/blog/2014/05/14/itil-na-versao-6-excluira-em-definitivo-a-funcao-service-desk/

 

Dominando a inveja

????????????????????????????????????Há pessoas que ao em vez de olharem para os progressos, sucessos, coisas e fatos positivos de sua própria vida, ficam o tempo todo prestando atenção e “vivendo” as outras pessoas, querendo para si o que as outras têm, querendo ser o que as outras são, querendo viver o que as outras pessoas vivem. São pessoas que fazem da “inveja” o seu padrão de relacionamento humano. Não conseguem viver a própria vida e com isso atraem para si o descaso e o desdém dos normais. São dignos de pena, pois jamais conseguirão livrar-se de suas próprias amarras que as levam ao fracasso. É preciso dominar a inveja 

E como se comporta o invejoso ou invejosa? Ele fala mal de você por todos os motivos. Se você faz muito, é porque quer “aparecer”. Se você não comparece é porque não quer participar. Se você fala está ruim. Se você fica quieto, é pior. Não há como agradar ou contentar pessoas que não estejam felizes consigo próprias e que vivem concentradas na vida alheia, no sucesso alheio. Essas pessoas não compreendem que quanto mais invejam, pior lhes será a própria vida, pois terão sempre a dimensão de seus fracassos pelo sucesso dos outros.

O invejoso não consegue a necessária paz para empreender, para ser proativo, para realizar coisas certas em benefício de sua empresa, das pessoas, de seus subordinados, de seus superiores. Ele está sempre “alerta”, vendo, estudando, observando o que os outros estão falando, o que os outros estão fazendo, o que os outros estão ganhando, o que os outros estão sentindo. Nessa obsessão de “viver a vida alheia”, o invejoso perde a si próprio e não sabe mais do que é capaz de pensar, realizar ou sentir.

Essas pessoas precisam de ajuda. Aconselhe. Faça-as ver que da forma como vivem e veem o mundo, nunca serão felizes. Mostre-lhes que a dimensão da felicidade e do sucesso está em fazer mais do que os outros esperam que façamos, em sermos “credores”, pois no relacionamento humano e social, a inveja impede o sucesso.

Leve-as a ver seus próprios pontos positivos, suas virtudes e suas possibilidades de vencer pelos próprios méritos. A pessoa invejosa é uma pessoa doente que não suporta a si própria, não suporta sua imagem e somente consegue se olhar através do espelho do sucesso alheio.

Pode parecer antigo falar de “inveja” em pleno 2014, mas sempre é preciso falar dela, pois é um mal que precisa ser dominado por quem queira ter sucesso. Dominar a inveja é o primeiro passo para ser feliz!

Pense nisso. Sucesso!

Fonte: http://www.anthropos.com.br/280-textos-de-motivacao-e-sucesso/1358-dominando-a-inveja.html

Como liderar com as ideias de Maquiavel

maquiavel-180x180Muitas pessoas quando assumem papéis de liderança transformam-se em seres frios e calculistas e esquecem dos degraus que subiram até liderar uma equipe. A visão maquiavélica, vista por muitos pejorativamente, vai muito além da frase famosa que muitos reproduzem sem saber o porquê.

Para muita gente Nicolau Maquiavel talvez não passasse de um burocrata a serviço de governantes interesseiros e dominadores, como por exemplo, Cesar Borgia, explicar melhor quem é, onde viveu etc. Mas, se analisarmos a fundo sua história, seu trabalho e seu legado, encontraremos um observador atento e aguçado das habilidades humanas para conquistar, manter e também perder influência e poder.

“Como diplomata, poeta e também músico, tornou-se um hábil negociador na esfera política, e suas andanças se traduziam em relatos descritivos de fatos que interpunham objetivos conflitantes no jogo político de sua época, em um cenário  onde não importavam os meios para se atingir determinados fins. Daí a fama de Maquiavel em ser considerado um articulador estratégico que desconsidera a ética em se tratando de política”, explica Maristela Guimarães André, Instituto KVT.

O fato é que o que encontramos em seus escritos não é a célebre frase “os fins justificam os meios”, mas um novo padrão de base empírica sobre os fatos sociais. Por isso Maquiavel é considerado o pai da moderna teoria política, nos revelando um princípio básico do comportamento humano, ou seja, o de que tendemos a agir e reagir da mesma maneira perante problemas similares, por exemplo, vencer desafios ou atingir metas que dependem do relacionamento com outras pessoas.

De acordo com Maristela, Maquiavel aponta para a importância de se desenvolver a habilidade de se autoconduzir ou autoliderar para sabermos escolher entre alternativas possíveis, daí nasce o pensamento estratégico, e, nesse sentido, saber escolher entre o que pode trazer bons resultados e o que pode acarretar consequências não desejadas. “Maquiavel ampliou nossa visão sobre a maneira como podemos agir perante situações conflitantes em relação a outras pessoas, ou mesmo nossos objetivos”, enfatiza a especialista.

Alcançar o sucesso a qualquer preço pode significar perdas significativas em termos de imagem, credibilidade, confiabilidade, e reconhecimento público. Assim, principalmente quem é líder ou busca alcançar a liderança precisa desenvolver a sabedoria de conhecer suas necessidades, condições e recursos, para vencer seus desafios, sem abrir mão de valores essenciais na convivência coletiva, como cooperação, solidariedade, companheirismo e lealdade.

Maquiavel foi criativo e inovador quando descreveu como a ação humana cria fatos sociais construtivos e destrutivos, pois embora “ser maquiavélico” tenha uma conotação negativa, nos alerta para a necessidade de observarmos nossos princípios de moral e consciência, uma vez que se “os fins justificam os meios”. Isto significa  que o que fazemos é em sintonia com aquilo que sentimos, pensamos e queremos.

Com isso, Maquiavel nos ensinou que:

  • Ser competitivo exige clareza de princípios e sólidos valores;
  • Tudo aquilo que fazemos tem consequências diretas e indiretas no ambiente e nos relacionamentos que construímos;
  • Cabe a nós escolhermos entre consequências negativas ou positivas;

Fonte: http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/dicas-emprego/como-liderar-com-as-ideias-de-maquiavel?goback=%2Egde_3495836_member_252638630

 

E se motoristas fossem contratados da mesma maneira que profissionais de TI?

Cargo: Motorista.

Exigências do trabalho: Competência profissional em condução de veículos leves como carros e pesados como ônibus e caminhões, ônibus articulados, bondes, metrô, tratores, escavadoras e pás carregadoras e tanques pesados atualmente em uso pelos países da OTAN.

Habilidades em Rali e de condução extremas são obrigatórios!

Experiênciana Fórmula-1 é um diferencial.

Conhecimento e experiência em reparação de motores de pistão e rotor, transmissões automáticas e manuais, sistemas de ignição, computador de bordo, ABS, ABD, GPS e sistemas de áudio automotivo dos fabricantes conhecidos mundialmente – obrigatória!

Experiência em tarefas de pintura e funilaria de automóveis é um diferencial.

Os candidatos devem ser certificados pela BMW, General Motors e Bosch, mas não por mais de dois anos.

Compensação: R$ 10 -R$ 20/hora, dependendo do resultado da entrevista.
Exigências da instrução: Bacharel em Engenharia Mecânica e jedi certificado pelo mestre Yoda

Abraços

Alex Domingos

A essência de um Briefing

Um Briefing bem feito antes de começar a desenvolver ou até mesmo antes de aceitar um projeto é essencial e de extrema importância para ter melhor conhecimento sobre a empresa e sobre o projeto como um todo.

O que é um Briefing?

Falando em uma linguagem simples, briefing é basicamente uma entrevista com a empresa contratante. A empresa ou pessoa contratada para desenvolver o projeto, de um site principalmente, deve fazer um briefing com o cliente para compreender o que o cliente precisa e o que ele espera alcançar com o novo site.

Cronograma simples de um briefing

  1. Histórico da Empresa: Ramo de atuação, produtos e/ou serviços oferecidos, tempo no mercado;
  2. Sobre os concorrentes: Vantagens e desvantagens;
  3. Metas a serem alcançadas através do site;
  4. Público-alvo: Esta deve ser a mais importante das informações do briefing pois aqui conheceremos melhor o cliente.
  5. Para quem é destinado o Produto ou serviço? Endereço da Empresa. Como pretende levar ao público os produtos e serviços?
  6. Conteúdo do site: O que a empresa pretende disponibilizar aos internautas no site;
  7. Imagem a ser transmitida para os usuários (tradição ou modernidade, layout limpo ou popular, cores mais adequadas etc.,);
  8. Documentação disponível (logotipo, folders, manuais etc.): Se o cliente não possuir estes materiais, você deve fazer outro orçamento para cria-los, até mesmo antes do site!
  9. Tecnologias ou linguagens desejadas (ex: html, flash, php, etc.…);
  10. Ferramentas de marketing;
  11. Objeções (não utilizar determinada cor ou o estilo);
  12. Prazo para desenvolvimento;
  13. Contato: Deve conter Nome, Telefone e E-mail por padrão limitando a apenas uma pessoa para aprovar ou não o projeto;
  14. Observações adicionais.

A partir de agora você já pode começar a usar essa técnica com seus clientes e com certeza verá que seu trabalho será mais produtivo.

Você tem alguma dica para Briefing?

Fonte:http://criacao.rbtech.info/a-essencia-de-um-briefing/?goback=%252Egde_3742154_member_241899480

Abraços

Alex Domingos

Os erros fatais nos primeiros 90 dias no novo emprego

Confira quais os deslizes mais comuns ao estreiar sua carreira em outro ambiente profissional

O mercado de trabalho está em ebulição e a guerra por profissionais qualificados nunca foi tão agressiva. Mesmo assim, segundo levantamento feito pela consultoria Havik no ano passado, de cada 200 profissionais contratados, cerca de 20 não duram nem um ano no novo emprego. Nos Estados Unidos, este índice é de 25%, segundo a consultoria.

“A aterrissagem numa nova empresa é sempre um desafio para a carreira , isso mexe com toda a questão comportamental”, afirma Fernando Góis, sócio da consultoria Havik. Na berlinda, aspectos relacionados ao domínio que você tem sobre determinados conhecimentos técnicos para o cargo em questão, fatores de alinhamento com a cultura da empresa e questões comportamentais.

 Confira no que os profissionais recém-contratados mais erram nos primeiro 90 dias dentro da empresa.

1. Não buscar se ambientar

Primeiro grande erro de um recém-chegado na empresa? O famoso “chegar chegando” sem compreender muito bem quais as entrelinhas das relações e cultura da companhia em questão.

 “O profissional chega querendo dar o tom, enquanto deveria entender quais são os códigos. Sem entender isso, ele erra muito a mão já nas primeiras impressões”, diz o especialista da Havik.

 “A pessoa chega com a ansiedade de querer gerar resultado logo e mergulha no dia a dia, mas acaba atropelando tudo”, diz Carlos Eduardo Altona, sócio-diretor da Exec. “Se o profissional dedicasse, pelo menos, uma hora por dia para estudar a empresa, provavelmente, geraria um resultado melhor”.

2. Falta de resiliência

Mudar de emprego sempre é uma excelente chance para se reinventar. Poucos, contudo, conseguem dominar suas emoções e expectativas para lidar com este fato.

“Se eu não tiver resiliência, capacidade de me adaptar ao novo contexto, vou errar a mão: ou vou bater mais forte ou vou deixar de correr riscos, por medo”, diz Góis.

Para não entrar neste círculo, a dica é aproveitar este momento para também fazer um mergulho para dentro de si. Isso mesmo. Procure se conhecer mais e, principalmente, romper os limites e paradigmas que teimam em manter você na mesma toada desde sempre.

3. Não estar pronto para aprender

Fórmulas seguidas, exaustivamente, ao longo de uma carreira não necessariamente serão efetivas em novos contextos. Muitos profissionais, contudo, se esquecem desta realidade e se fecham para outros conceitos e aprendizados.

Rejeitar a ideia de que novos contextos de trabalho, muitas vezes, exigem novas competências e conhecimentos pode ser o primeiro passo. “O executivo que chega com um modelo mental fechado ou que não tem essa disponibilidade para aprender erra muito”, afirma o sócio da Havik.

4. Fechar as portas para o feedback

Por medo de manchar sua reputação logo de cara, há quem prefira ocultar prováveis problemas ou descompassos nos primeiros meses de companhia. Se você integra este grupo, sinal vermelho.

“No dia D, quando começa o trabalho, é necessário uma comunicação clara para fazer alguns ajustes de expectativas. O profissional precisa se posicionar”, diz Góis. Obviamente, respeitando a cultura da empresa, alerta o especialista.

5. Não focar nos relacionamentos

Os três primeiros meses também são essenciais para formar alianças e investir nos relacionamentos com os novos colegas de trabalho. Muitos, contudo, focam demasiadamente na área técnica e deixam as pessoas para segundo plano.

“Abre a porta com quem pode ajudar você, mas, principalmente, oferece uma visão mais completa e abrangente sobre a realidade da empresa”, afirma Altora, da Exec.

Fonte: exame.abril.com.br